Num município onde só existe quase a escola e as igrejas como bons pontos de referência e apoio aos jovens, o esporte deveria ser um setor de maior credibilidade por parte das autoridades e da população.
O que ocorre é que, diante da vontade de jogar e da falta de política para isso, vem a frustração dos jovens. Eles não se sentem valorizados e estimulados, já que o pouco que conseguem é fruto de muito esforço de alguns grupos que se unem para pedir apoio do mirrado comércio local. Ou seja, vão “levando na raça”. Para acabar de completar, a população pouco prestigia o esporte local de forma continuada (aquele da raça), só aclama o futebol de alguns eventos.
Mas a juventude insiste, treina, corre atrás. Treina em quadra em péssimo estado de conservação, sem pintura, sem banheiro, sem rede de trave, sem aparelho de som, sem medalha, sem troféu, sem apito, sem vassoura, sem cartão, sem quase tudo.
Outro ponto negativo são as pessoas que coordenam o esporte local. Elas só entendem futebol por regras (mal aplicadas), de enfrentamento, se baseiam em grandes campeonatos numa estrutura tão precária como a de Vitória. O esporte para elas se resume em ceder a quadra para os outros se virarem. Não entendem o esporte como uma política de resgate de valores sociais, de jogo de cumplicidade, de formação. Para piorar, quando se fala em esporte em Vitória do Xingu, o que vem à cabeça? Futsal.
Ou seja, mais uma prova da restrição e da pobreza do conceito.
As escolas fazem alguma coisa, mas ainda é muito tímido e parecido com o que pensam os coordenadores locais. Ela está reproduzindo a falta de política que já existe. O que contribui para um maior prejuízo do bom conceito e do bom uso que deveria ter o esporte (o esporte, não uma modalidade).
Enquanto a bola descascada vai rolando, a falta de bons políticos (incluindo os eleitores) vai deixando o esporte de Vitória do Xingu chutando na trave. E a juventude procurando drogas, bebidas e festas até altas horas.
Mirinaldo, setembro de 2010.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
PRAÇA CENTRAL
A praça dos Benjamins é um dos principais pontos turísticos de nosso município é um local de encontros dos amigos no fim de tarde. O nome da praça se deve aos lindos benjamins plantados pelos primeiros habitantes deste município. Esses benjamins proporcionam sombra e uma agradável sensação de frescor além da exuberancia destas árvores.
Dilkilene Cabral
Luciana Gomes
Varlene Nascimento
PRAÇA DO CAIS
ESPORTE EM ALTA
Desde 2007 a EMEF Aliança para o Progresso vem desenvolvendo os jogos da Semana da Pátria na qual são abordados temas relacionados aos valores humanos, meio ambiente, cidadania, direitos da criança e do adolescentes dentre outros. Durante esta semana os temas são trabalhados de forma interdisciplinar culminando com o torneio de voley e futsal no Ginásio Poliesportivo Evandro Alvarez.
Dilkilene Cabral
Luciana Gomes
Varlene Nascimento
domingo, 19 de setembro de 2010
Breve Histórico de Vitória do Xingu
O Município de Vitória do Xingu teve a sua origem no século XIX, no ano de 1868, por dois Padres Capuchinhos vindos da Itália: Frei Ludovico Mazzarino e Frei Carmelo Mazzarino. Estes tinham como objetivo chegar até o alto Xingu, para Catequizar os índios. Naquela época a catequização dos indígenas paraenses, não se diferenciava da catequização dos outros povos indígenas do restante do Brasil. Em 1972, Vila Vitória recebeu o título de Distrito Municipal e ganhou prerrogativas de subprefeitura do município de Altamira, ficando como Distrito por 19 (dezenove) anos. No dia 28 de Abril de 1991, houve um plebiscito populacional, e por força de um processo emancipatório aprovado pela Assembléia Legislativa do Estado do Pará, em 29 de Outubro de 1991, o Distrito de Vitória passou à categoria de Município de Vitória do Xingu, recebendo o nome Xingu ao final, para diferenciá-la da Capital Vitória, do Estado do Espírito Santo, e de outros municípios com o mesmo nome. O Município de Vitória do Xingu foi institucionalizado pela Lei nº 5.701, de 13 de Dezembro de 1991.
Willamis Santos Flor de Lima.
Willamis Santos Flor de Lima.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
A INCLUSÃO DIGITAL CHEGA ÀS ESCOLAS PÚBLICAS DE VITÓRIA DO XINGU
Recentemente as escolas públicas de Vitória do Xingu foram contempladas, através dos seus PDEs, com laboratórios de informática. A EMEF Dulcinéia Almeida do Nascimento é uma das escolas beneficiadas pelo FNDE/SEED/PROINFO com 18 computadores a ser inaugurado em breve. Independente da inauguração do laboratório a escola vem desenvolvendo em parceria com o Telecentro Comunitário projetos voltados para a inclusão das Tecnologias de Informação e Comunicação. Além da instalação dos laboratórios o Governo Federal vem desenvolvendo políticas de Formação Continuada para educadores por compreender que não basta a instalação de laboratórios mas, também, capacitar aqueles que irão colocar na prática a inclusão dentro da escola. Um exemplo claro disso aconteceu dia 23/08/2010 o Curso de Capacitação “INTRODUÇÃO A INCLUSÃO DIGITAL”, ministrado pelo Professor Especialista em Informática Educativa e Coordenador do NTE de altamira, Domingos de Morais, onde participaram professores da rede municipal e estadual.
Vitória do Xingu na Introdução à Educação Digital
O curso Introdução à Educação Digital chegou aos professores de Vitória, sendo realizado na escola Padre Eurico, na sede do município, entre os dias 23 a 27 de agosto (1ª etapa). O curso terá duração total de 180 horas, sendo que parte dessa carga horária será à distância. Participaram 15 profissionais da educação que tiveram formação voltada para o conhecimento de alguns programas educacionais, história da internet do computador, montagem de planilhas, textos, tabelas, entre outros.
A turma também criou o seu blog (vtxdigital@blogspot.com) para postar as atividades e servir como meio de divulgação dos trabalhos voltados à inclusão digital no município.
O curso foi considerado positivo.
A turma também criou o seu blog (vtxdigital@blogspot.com) para postar as atividades e servir como meio de divulgação dos trabalhos voltados à inclusão digital no município.
O curso foi considerado positivo.
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